Arquivo para Julho, 2008

Comunicação em pauta

Por F.Gimenes

Acontece na próxima segunda-feira, 4, o “Seminário de Comunicação Tribuna 2008″. O evento, que faz parte da série “Seminários Tribuna 2008″, tem início a partir das 12h30 no Centro de Convenções, em Vitória. 

O seminário propõe uma ampla discussão a respeito de temas pertinentes ao mercado atual, além de promover a troca de experiências entre especialistas e participantes. Para tanto participam do evento nomes de destaque como Geraldo Schuller (diretor de Marketing da Rede Tribuna) e George Neiva (Gerente geral de marketing da Casa & Vídeo). A programação inclui ainda a presença de Domingos Pellegrini (jornalista e escritor premiado com 2 Prêmios Jabuti), Marco Chiarettii (Jornalista e responsável pelos portais do Grupo Estado) e também Paulo Carramenha – Diretor/presidente da GFK Indicator e professor da ESPM (SP). A entrada é gratuita, mas as incrições precisam ser efetuadas no site do evento.

Jornalismo, Publicidade & Afinidades

Por F.Gimenes

O jornalismo e a publicidade há muito são duas áreas importantes no cotidiano das pessoas (mesmo que algumas nem pensem a respeito). O jornalismo sempre obteve maior atenção por razões óbvias: é direto e informativo. Já a publicidade, outrora explícita, agora também explora as entrelinhas do dia-a-dia.

Esses dois ramos da comunicação vêm, dia após dia, se fundindo, negando a velha dicotomia proposta. Evidências dessa mudança estão por toda parte num mundo onde a notícia agora é propaganda e a propaganda está sempre virando notícia.

Essas duas faces, em última instância, têm um mesmo perfil: falamos de comunicação. Diante desse contexto surge, então, a figura de um novo comunicador com uma difícil tarefa pela frente: unir o que há de melhor na comunicação. Já não basta saber escrever, é preciso opinar, não basta apenas informar, é preciso anunciar a informação. Faro fino e sagacidade.

Corda Bamba

Além de toda a questão pertinente a forma como a notícia – ou a propaganda – é divulgada, existe ainda outro fator agravante: a relação de proximidade estabelecida quando determinadas empresas tornam-se fortes anunciantes de jornais ou revistas, por exemplo.  Essa relação pode nos levar até um dilema ético inerente aos veículos de informação de hoje.

Quando pensamos nos grandes veículos dificilmente  a veracidade dos fatos é posta em xeque, mas sim uma possível omissão em razão de vínculos comerciais. Tanto questionamento tem algum fundamento? Os mais realistas haverão de concordar comigo quando afirmo que nesses casos o jornalismo tornou-se a arte de escrever no verso de um anúncio publicitário. É preciso indagar se tudo o que foi noticiado era realmente “tudo” o que havia para ser noticiado. A partir desse ponto a tônica do jornalismo deixa de ser a notícia, mas sim o interesse comercial.

Isso nivela toda a classe jornalística? Não. Situações como essa, são exceções à regra, o que por definição – as tornam raras. Todavia é um problema moral  que pode afetar o cidadão comum, o público alvo. A figura do jornalista, ou mesmo de um jornal, resume uma função social muito abrangente, o jornalismo é encarado como verdade, como informação criteriosa que chegou até seu destino final: o cidadão.

O perfil do novo comunicador surge num momento conturbado, onde é preciso saber lidar não somente com todos os recursos que o mundo atual oferece, mas também com as limitações impostas por estes recursos. A nova geração de publicitários/jornalistas terá de saber se portar frente a toda essa “histeria”, terá que aprender o momento certo de unir os dois campos e a hora exata de separá-los, tudo isso com ética e moral. Será que é pedir demais?

 

 

A procura perfeita

Por F.Gimenes

Em meio a vertiginosa batalha pela frente da internet, eis que surge um oponente de peso, o Cuil. O novo motor de buscas da internet foi criado por ex-engenheiros do Google e promete desbancar o rival.

Entre as principais diferenças destaca-se o formato de exibição dos resultados. O Cuil mostra seus resultados por colunas e não por listas, como o Google. Outro diferencial, destaca Anna Patterson (co-fundadora do sistema), é que o novo motor exibe os melhores resultados indexados e não somente os mais populares, como o rival. O Cuil ainda não possui uma versão .BR.

A palavra “cuil” é de origem celta e significa “conhecimento”, sua pronúncia correta em inglês é “cool” que quer dizer Legal.


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