Arquivo para Março, 2008

Ossos do Ofício (01)

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Talvez de um designer também…

Sobre o Marketing de Guerrilha

guerrilha.jpgTalvez seja essa a solução para os novos tempos. O avanço das técnicas de “guerrilha” na divulgação de produtos ou marcas é crescente. Trata-se de uma estratégia do século XXI, afinal, é baseada na criatividade, procurando sempre fugir do padrão tradicional de divulgação.

Quais as vantagens dessa modalidade?

O Marketing de Guerrilha em primeiro lugar apresenta custos mais reduzidos em suas ações. O diferencial neste conceito é o uso da criatividade. As medidas tomadas numa campanha de guerrilha se propagam pelo seu caráter muitas vezes inédito. Hoje, na web, todo usuário é também um produtor de conteúdo (wikipédia, youtube, rapidshare, etc.); é através dessa ferramenta que as marcas são divulgadas. O interesse despertado no usuário o motiva a passar o conteúdo para frente. O Marketing Viral – utilizado como ferramenta de guerrilha (importante não confundir os conceitos) – também é muito importante. Em mídias alternativas offline, não é muito diferente. Estampas em camisetas, aproveitar algum evento para ser notado, entre outras ações caracterizam o Marketing de Guerrilha. O interessante é que – na maioria das vezes – as ações repercutem instantaneamente. Viram notícia, papo em mesa de bar – e todos sabem que o boca-a-boca é a malhor propaganda. Outro ponto interessante é o fato de algumas marcas – por terem construído sua imagem em cima de conceitos como “moderno”, “livre”, e afins – acabaram incorporando o MG à sua identidade.

No Brasil o Marketing de Guerrilha ainda é restrito. Poucas agências o utilizam ou são especializadas, diferentemente da Europa. No Brasil, a mais famosa agência é a Espalhe, pioneira desse conceito. (Percebe como este post transformou-se em marketing de guerrilha para eles? [risos]). Uma Desvantagem do Marketing de Guerrilha: nunca se sabe ao certo se uma ação dará ou não resultados. Tudo tem apenas um possível potencial. Entretanto, nessa histeria publicitária, onde busca-se a todo custo voltar o olhar do consumidor para uma marca, a Guerrilha faz-se valer. Última consideração: Esta modalidade é para poucos, é preciso muita criatividade para colocar este conceito em prática. As verdadeiras ações de guerrilha vão muito além da web e do marketing viral – como já me indagaram. O Marketing de Guerrilha talvez – pelo seu caráter inovador – seja a tão buscada solução contra as “velhas forças armadas”.

F.Gimenes

Boas propagandas

Quer bons anúncios? No mínimo engraçados? O blog Tá Servido? tem vários. Quem cria as peças é Diogo Sander. Dê uma olhada nos anúncios destacados abaixo:

E aí, Tá servido?

Treinamentos oficiais Adobe no ES

A Fractalmedia traz mais uma vez treinamentos oficiais Adobe para Vitória. Neste ano acontecerão as jornadas de Flash, Illustrator e Indesign – todos na versão CS3. Para saber mais dicas acesse o hotsite dos cursos.

A dica é válida pela qualidade dos cursos oferecidos. Para quem deseja se qualificar e ficar por dentro das novidades das novas versões dos programas – algo que acontece com maior qualidade apenas dentro do eixo Rio-SP -não há melhor alternativa.

www.fractalmedia.com.br/adobe

 

 

F.Gimenes

As campanhas online de hoje

publicitario1.jpgA publicidade há anos é um mistério para mim. Em certos momentos a acho extremamente fascinante, em outros vejo-a cansada, decadente. Como em todas as áreas de trabalho há aqueles que fazem um bom trabalho. Profissionais de verdade. E também há aqueles que fazem o seu trabalho sem o compromisso adequado, sem a entrega que o “ser publicitário” exige.

 Após ler o artigo “O Publicitário está atirando no próprio pé”, no site da Imasters, passei a repensar algumas atitudes. No artigo o autor fala sobre a falta de objetividade na hora de se produzir campanhas, sobretudo na internet. Trata-se de um tema interessante e bem complexo. As causas e os efeitos desse sintoma confundem-se num ciclo vicioso que já dura algum tempo.

Concordo com  Tiago Baeta quando afirma sentir falta da boa e velha simplicidade. Não pobreza. Apenas simplicidade. Em verdade a maioria dos sites e hotsites que já visitei trazem consigo uma ousadia imprecisa. Dificilmente consegue-se achar informações simples sobre um produto, por exemplo. Não estou defendendo a pobreza visual, muito menos desestimulando a criatividade, não. O que tento dizer é que é preciso encontrar um meio termo entre a objetividade (vender o produto) e a criatividade. A publicidade consegue valer-se de outros predicados para se destacar.

Outro fato interessante: Ainda há um descompasso entre a maneira como a internet é produzida e os seus resultados. O potencial é gigantesco, verdade, contudo, é preciso repensar a forma de trabalho. Essa produção desenfreada, buscando utilizar de uma só vez todos os recursos que a rede dispõe acaba banalizando o mercado. Nizan Guanaes disse certa vez que criatividade demais é coisa de amador (outro ponto que concordo).  Como isso influencia o mercado? Em verbas menores para os projetos online, acaba em uma falta de preocupação na hora de integrar campanhas on e off.  As campanhas online têm tudo para se integrarem às mídias “tradicionais”, entretanto, faz-se necessário um planejamento  cauteloso de cada passo a ser dado, assim como sempre ocorreu nas campanhas offline. Vamos transferir os acertos analógicos para o mundo digital.

F.Gimenes


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